Mulheres E Ditadura: A perspectiva de quem a combateu.

Como extensão da VIII SEMANA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS da UFGD e pelos esforços de outras entidades entidades estudantis e docentes do curso de Relações Internacionais da UFGD, "MULHERES E DITADURA" se torna real.

Contando com as palestrantes CRIMÉIA DE ALMEIDA* e AMELINHA TELES*, o evento se organiza

em três grandes encontros.

>>> Roda de Conversa com Estudantes e Mulheres
11 de Abril ( local e horário a definir)

>> Palestra Ditadura e Guerrilha do Araguaia
12 de Abril às 19h no CEUD**

> Palestra GÊNERO E FEMINISMOS
13 de Abril às 19h no CEUD

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CRIMÉIA DE ALMEIDA*:
Ex-guerrilheira no Araguaia, iniciou sua militância política na escola secundária. Cursou Enfermagem na Faculdade Ana Nery, no Rio de Janeiro, de cujo curso era presidente do diretório estudantil em 1968. Presa no Congresso de Ibiúna, após o AI-5 entrou para a clandestinidade e, militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), foi para a região onde posteriormente teve início a Guerrilha do Araguaia. Durante sua prisão foi torturada grávida e impedida de ver seu filho após o nascimento. Criméia mantém sua atuação política por meio da Comissão dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos.

AMELINHA TELES*:
Presa em 1972, foi levada à Operação Bandeirantes (Oban), onde foi submetida a sessões de torturas, que segundo seu depoimento foram realizadas, pessoalmente, pelo major do exército Carlos Alberto Brilhante Ustra.
Amelinha é diretora da União de Mulheres de São Paulo, coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares, integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e é assessora da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”

FONTEs: http://memoriasdaditadura.org.br.

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11 April , Wednesday 14:00